O que é um empréstimo pessoal?

Existem muitos tipos de empréstimos no mercado, normalmente oferecidos por bancos ou financeiras. O empréstimo pessoal é um deles, e é o nosso assunto de hoje.

A facilidade de se conseguir um empréstimo pessoal tem chamado a atenção de muitas pessoas, que desejam saber como funciona esse tipo de crédito e quais são os seus riscos. Hoje em dia, vemos financeiras em cada esquina, e as ofertas de crédito são muitas, sem falar nas propagandas no rádio, TV, jornais e na internet. Somos tentados a todo instante a pegar um dinheiro para pagar depois, mas nem todos sabem como funciona.

Como funciona o empréstimo pessoal

Esse tipo de empréstimo pode ser bem fácil de se conseguir, por isso é tão tentador. Em alguns casos, para valores mais baixos, as financeiras oferecem o empréstimo sem a análise de crédito, por isso até mesmo quem tem o nome negativado pode conseguir um empréstimo.

Normalmente, os bancos ou financeiras liberam um valor de crédito de acordo com o perfil financeiro do seu cliente, e esse valor é disponibilizado quase que imediatamente na sua conta bancária. O valor solicitado deve ser pago pelo cliente em parcelas, que normalmente são divididas em até 12 vezes, mas algumas instituições dividem em até 48 vezes ou mais. As parcelas são fixas e o cliente assina o contrato sabendo quanto vai pagar por mês.

O valor dos juros pode variar bastante de uma instituição para outra, por isso vale a pena fazer uma consulta antes de adquirir este serviço. Observe sempre o CET, que é o Custo Efetivo Total quando for comparar financeiras distintas.

Lembre-se também que, quanto maior for o número de parcelas, mais juros você irá pagar.

1 milhão

Empréstimo pessoal: quando vale a pena?

Riscos do empréstimo pessoal

Com tanta facilidade para adquirir crédito, muitas pessoas acabam “enfiando os pés pelas mãos”. Muitos acabam adquirindo o empréstimo para finalidades que não pedem este tipo de medida.

É preciso ter em mente que os empréstimos só devem ser usados em caso de extrema necessidade, como uma doença, um carro de trabalho que se estragou, uma reforma urgente na casa, quitar outras dívidas caras etc.

O empréstimo não deve ser usado para pagar contas de consumo ou para adquirir bens supérfluos que podem esperar pelo consumo. Este tipo de prática pode levar o indivíduo ao endividamento, já que as chances de não conseguir quitar as parcelas do acordo são grandes. Caso você atrase as parcelas, mais juros são gerados e isso pode causar o efeito “bola de neve”, aumentando a dívida cada vez mais até o ponto de se tornar impagável.

Dicas para fazer um empréstimo

O empréstimo pode ser uma boa maneira de se livrar de uma outra dívida com juros maiores. Exemplos destes juros são o cartão de crédito e cheque especial. Nesse caso, você deve fazer contas para saber se compensa tomar uma “dívida mais barata” e, se for o caso, solicite o empréstimo na menor quantidade de parcelas possíveis para pagar ainda menos juros.

É sempre preciso fazer um planejamento financeiro antes e ter certeza de que as parcelas caberão no seu orçamento. Assim é possível fazer um empréstimo sem o risco de se endividar ainda mais.


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