História da Caderneta de Poupança
Pesquisando sobre a poupança da Caixa, acabei por me deparar com uma página interessante no site do Banco. Trata-se de um artigo contanto a história da Poupança no Brasil e o papel que a Caixa Econômica Federal desempenhou ao longo do tempo, uma vez que é uma das instituições financeiras mais antigas e sólidas do país além de, talvez, ser o primeiro nome que vem à mente dos brasileiros quando se fala em poupança.
Não é o objetivo do post copiar o colar o conteúdo, mas sim levantar alguns pontos. Devo fazer isso de forma simples para matar a curiosidade do leitor. Para uma leitura mais consistente, recomendo o artigo original no site da Caixa.
A Caixa foi criada para receber depósitos em dinheiro das classes menos favorecidas ainda no século XIX.
Decreto nº 2.723, de 12 de janeiro de 1861, que criou a Caixa Econômica da Corte. No Artigo 1º, o então Imperador Dom Pedro II afirmava: “A Caixa Econômica estabelecida na cidade do Rio de Janeiro (…) tem por fim receber, a juro de 6%, as pequenas economias das classes menos abastadas e de assegurar, sob garantia do Governo Imperial, a fiel restituição do que pertencer a cada contribuinte, quando este o reclamar (…)“.
A caderneta de poupança também poderia ser utilizada por escravos (com a autorização do senhor) que ganhavam algum dinheiro vindo de herança, doação ou mesmo de algum trabalho que tenha rendido algum dinheiro.
O advento da República trouxe várias regras novas ao funcionamento da Poupança, uma delas é o limite de rendimento e 6% ao ano para o investimento (mas estipulado anualmente pelo governo dadas as circunstâncias da época).
Em 1934 foram decretados novos parâmetros para os investimentos, um deles, foia criação de um Conselho Superior para fiscalização das operações. Além disso, as funções da Caixa Econômica Federal foram ampliadas.
Já em 1964, os juros de 6% ao ano passaram a ser atualizados para 0,5% ao mês. Isso durou até 1994 quando o Plano real se institui e criou novas regras, sendo a mais importante o rendimento de 0,5% ao m~es acrescidos de TR (Taxa Referencial)
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